Conselho Consultivo
quinta-feira, março 19, 2026
segunda-feira, março 02, 2026
Parque Nacional da Chapada Diamantina divulga selecionados para participar no I Seminário de Pesquisa e Conhecimento Tradicional em Manejo Integrado do Fogo em Unidades de Conservação Federais dos Biomas Caatinga, Pampa e Pantanal
O Parque Nacional da Chapada Diamantina divulga a relação de comunitários e brigadistas selecionados para participar do I Seminário de Pesquisa e Conhecimento Tradicional em Manejo Integrado do Fogo em Unidades de Conservação Federais dos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal, a ser realizado no período de 17 a 19 de março de 2026 no auditório da Reitoria da UNIVASF - Av. José de Sá Maniçoba, s/n - Centro em Petrolina (PE).
Ocorreram 18 inscrições válidas, sendo 16 na categoria brigadista voluntário e 2 na categoria comunidade. Como não foram preenchidas as 3 vagas da categoria comunidade a vaga remanescente foi alocada para a categoria brigada voluntária. O resultado da seleção foi o seguinte:
Comunidade:
1. Gracilia Pereira Santos - Associação Comunitária do Pati
2. Rainara Gomes Oliveira - Assentamento Rosely Nunes
Brigada Voluntária:
1. Luciano Pires Guedes Pereira - Brigada Marchas e Combates
2. Elisiana Rocha dos Anjos - Associação de Remanescentes de Quilombo da Comunidade de Tejuco
3. Ian Alcantara Rodrigues - Associação Bicho do Mato
4. Bruno Helder Santana Silva - Associação dos Moradores da Comunidade do Barro Branco
A equipe do Parque Nacional irá realizar a inscrição dos selecionados para o Seminário, fornecer transporte, hospedagem e alimentação para viabilizar a participação no evento.
sábado, fevereiro 21, 2026
Parque Nacional da Chapada Diamantina promove a participação no I Seminário de Pesquisa e Conhecimento Tradicional em Manejo Integrado do Fogo em Unidades de Conservação Federais dos Biomas Caatinga, Pampa e Pantanal
No período de 17 a 19 de março de 2026 vai ocorrer o I Seminário de Pesquisa e Conhecimento Tradicional em Manejo Integrado do Fogo em Unidades de Conservação Federais dos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal.
O Seminário, que será realizado em Petrolina (PE) no auditório da Reitoria da UNIVASF - Av. José de Sá Maniçoba, s/n - Centro, vai apresentar trabalhos científicos e relatos de experiência de conhecimento tradicional que contribuam para a gestão do fogo e/ou conservação da sociobiodiversidade nas Unidades de Conservação Federais (UCs) nestes biomas, considerando a problemática dos incêndios florestais e o Manejo Integrado do Fogo. A programação de seminário pode ser acessada em https://acesse.one/gViwE
O Parque Nacional da Chapada Diamantina irá subsidiar a participação de 6 representantes de brigadas voluntárias e de comunidades no seu entorno (municípios de Andaraí, Ibicoara, Itaetê, Lencóis, Mucugê e Palmeiras). Os interessados devem preencher o formulário de inscrição https://forms.gle/qKLiK7NoPyPe8Tvp9 no período 21 a 28 de fevereiro.
A inscrição será realizada dentro das seguintes categorias e com o seguinte número de vagas:
- Categoria Brigada Voluntária - 3 vagas
- Categoria Comunidade - 3 vagas
A avaliação dos inscritos será realizada mediante atribuição de notas aos critérios de seleção, conforme descrição a seguir:
Categoria Brigada Voluntária:
1- Representante de Brigada voluntária localizada nos municípios de Andaraí, Ibicoara, Itaetê, Lençóis, Mucugê e Palmeiras: 5 pontos
2- Representante de Brigada voluntária integrante do conselho consultivo do Parque Nacional da Chapada Diamantina: 3 pontos
3- No caso de empate será considerada o representante da brigada com maior atuação no Parque Nacional nos anos de 2023, 2024 e 2025.
Categoria Comunidade:
1- Representantes de comunidade tradicional localizada nos municípios de Andaraí, Ibicoara, Itaetê, Lençóis, Mucugê e Palmeiras: 5 pontos
2- Representantes de comunidade tradicional sobreposta ao território do Parque Nacional: 5 pontos
3- Representante de comunidade tradicional integrante do conselho consultivo: 3 pontos
4- Avaliação do objetivo de participação no seminário: 1 a 5 pontos
A fim de promover a representatividade espacial no entorno do Parque Nacional, havendo mais de 3 inscritos em cada categoria e havendo 2 inscritos ou mais do mesmo município será considerada apenas a inscrição com maior pontuação por município.
Havendo menos de 3 inscritos em cada categoria as vagas remanescentes serão transferidas para a outra categoria.
A efetivação da inscrição no I Seminário de Pesquisa e Conhecimento Tradicional em Manejo Integrado do Fogo em Unidades de Conservação Federais dos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal dependerá da disponibilidade de vagas no dia 01 de março.
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
Rastros de alegria no Carnaval da Chapada Diamantina
Como curtir o feriadão no Parque Nacional com segurança e consciência ambiental
O Carnaval é um dos períodos mais esperados do ano — e para muita gente, também é o momento ideal para viajar, desacelerar e se reconectar com a natureza. Trilhas, cachoeiras, paisagens únicas e o contato direto com ambientes naturais fazem da Chapada Diamantina um dos destinos mais procurados do Brasil durante o feriadão.
Além da diversidade cultural que mantém o clima de festa em vários municípios da região, a Chapada oferece experiências ao ar livre que atraem visitantes de todo o país. Em meio a esse território está o Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD), uma das unidades de conservação mais conhecidas do Brasil, com mais de 50 atrativos naturais distribuídos em uma área de 150 mil hectares. Um desses atrativos é o famoso Vale do Pati, que é muito procurado pelos visitantes, sendo necessário realizar agendamento com antecedência nas pousadas da comunidade local para garantir a hospedagem.
Vale do Pati. Fonte: Thiomas Xavier
Durante o Carnaval, o aumento expressivo no número de visitantes exige atenção redobrada às orientações de segurança e às normas de uso público do parque. O objetivo é garantir que todos possam aproveitar o feriadão de forma segura, ao mesmo tempo em que a natureza permanece protegida.
Cachoeira da Fumaça –
vista superior. Fonte: Canva
Você está visitando uma Unidade de Conservação
O Parque Nacional da Chapada Diamantina é uma área protegida por lei, criada para conservar a biodiversidade, as paisagens naturais e os recursos hídricos da região. Ao entrar no parque, cada visitante passa a ter um papel fundamental na conservação desse patrimônio natural.
Por isso, algumas regras e recomendações são essenciais — especialmente
em períodos de grande fluxo, como o Carnaval.
Parque Nacional da
Chapada Diamantina. Fonte: Thiomas Xavier
Planejamento: o primeiro passo para garantir uma boa experiência e sua
segurança
Antes de iniciar qualquer atividade no parque, é importante planejar sua visita, considerando que ambientes naturais exigem preparo físico e cuidado.
- Informe-se sobre as
características do passeio que vai realizar. Conheça previamente o tempo
do passeio, distância, riscos associados, condições climáticas e
equipamentos necessários.
- Não vá sozinho. Informe
alguém sobre a atividade planejada e forneça um contato para acionamento
em caso de emergências.
- Conheça suas condições
físicas e seus limites para planejar o melhor passeio.
- Procure operadoras ou
condutores de visitantes locais que ofereçam segurança para seu passeio.
- Leve água, lanche e
sacos para acondicionar seu lixo e trazê-lo de volta.
O planejamento reduz riscos, evita imprevistos e resgates complexos, além
de contribuir para uma experiência mais tranquila.
Durante a visita: cuidado com você e com a natureza
Enquanto estiver no parque:
- Mantenha-se sempre nas
trilhas;
- Caminhe em silêncio,
evitando barulho excessivo;
- Observe os animais à
distância;
- Não retire plantas,
pedras ou qualquer elemento natural;
- Evite atalhos, mesmo
em trilhas molhadas ou escorregadias.
Essas atitudes ajudam a proteger a vegetação, evitam processos de erosão
e reduzem o risco de acidentes.
Atenção ao que não é permitido no Parque Nacional
As normas de uso público do Parque Nacional da Chapada Diamantina não são aleatórias. Elas estão previstas no plano de manejo da unidade e existem para garantir a proteção integral da paisagem, da biodiversidade e a segurança dos visitantes.
Por isso, não é permitido no PNCD:
- Levar animais de
estimação, como cães e gatos, pois eles podem transmitir doenças à
fauna silvestre, provocar estresse nos animais e alterar o equilíbrio do
ambiente;
- Consumir bebidas
alcoólicas, uma vez que o uso de álcool aumenta significativamente o
risco de acidentes em trilhas, cachoeiras e áreas remotas;
- Utilizar
equipamentos de som, para preservar o silêncio, a experiência dos
visitantes e o comportamento natural da fauna;
- Fazer fogueiras,
prática que causa danos ao solo e representa alto risco de incêndios
florestais;
- Abandonar lixo nas
trilhas ou atrativos, pois resíduos contaminam o solo, a água e podem
ferir ou matar animais silvestres.
O descumprimento dessas normas pode causar impactos ambientais graves,
comprometer sua segurança e a experiência de outros visitantes.
Ribeirão do Meio. Fonte: Maria Clara Bezerra
Monitoramento e atuação no Carnaval
Durante o feriadão, equipes do ICMBio estarão atuando no monitoramento e na orientação dos visitantes em diversos atrativos do Parque Nacional da Chapada Diamantina. A ação é um compromisso com a coletividade para garantir um Carnaval seguro e ambientalmente responsável.
Deixe apenas rastros de alegria
A conservação do Parque Nacional da Chapada Diamantina depende do compromisso e da colaboração de todos. Pequenas atitudes fazem grande diferença para manter a integridade ambiental do parque e garantir que suas paisagens continuem encantando visitantes hoje e no futuro.
Neste Carnaval, aproveite a natureza com consciência, respeito às normas e cuidado com o ambiente. Que os únicos rastros deixados sejam os da alegria de viver essa experiência.
quarta-feira, janeiro 07, 2026
segunda-feira, dezembro 29, 2025
Parque Nacional da Chapada Diamantina reforça a importância de medidas de segurança no período de alta visitação e chuvas
Com a
aproximação do período chuvoso entre dezembro e
janeiro, a gestão do Parque Nacional da Chapada Diamantina reforça informações importantes sobre segurança na visitação. A
expectativa é de um crescimento significativo no número de turistas,
especialmente em áreas muito procuradas, como o Vale do Pati.
Ambientes
naturais, por sua própria dinâmica, apresentam riscos que não são exclusivos da
Chapada Diamantina. Trilhas escorregadias, exposição ao sol, terrenos
instáveis, travessias de rios e a presença de animais peçonhentos são situações
comuns em áreas naturais em todo o Brasil. Por isso, a prevenção de acidentes
depende de um conjunto de ações que envolve visitantes, condutores, agências de
turismo e demais atores do trade turístico.
Nesse contexto, o ICMBio recomenda a contratação de condutores de visitantes locais, especialmente em trilhas com maior grau de dificuldade, para pessoas com pouca experiência em ambientes naturais ou grupos com crianças, idosos ou pessoas com necessidades específicas. Além de enriquecer o passeio com informações sobre a geologia, a botânica e a história da região, os condutores estão preparados para prestar primeiros socorros e acionar o resgate em caso de acidentes.
Nos últimos anos, o aumento expressivo da visitação ao Vale do Pati trouxe a necessidade de maior planejamento e adoção de medidas voltadas tanto à proteção dos recursos naturais quanto à segurança dos visitantes. No Morro do Castelo foi realizado um monitoramento contínuo dos impactos ambientais e dos riscos geológicos da gruta. Entre setembro de 2023 e outubro de 2024 foram identificadas instabilidades no interior da gruta, o que levou à suspensão preventiva da visitação interna a partir de 5 de novembro de 2024. A medida teve como objetivo resguardar a segurança das pessoas e proteger o frágil ecossistema local. Para manter o acesso aos mirantes, foi aberta uma nova trilha externa, e estudos geológicos seguem em andamento para definir as intervenções necessárias para uma reabertura futura mais segura. Essas ações são norteadas pela Portaria ICMBio nº 3.299, de 21 de outubro de 2024, que estabelece normas e procedimentos para a gestão da segurança da visitação em unidades de conservação federais.
Diante do período chuvoso e do aumento do fluxo de visitantes, o Parque Nacional, em parceria com a equipe da empresa Relevo Consultoria Ambiental, elaborou orientações específicas de segurança para a região do Morro do Castelo. Há fendas próximas aos mirantes e trechos da trilha com erosão e solo instável, o que exige atenção redobrada ao local onde se pisa, que se evite sair das trilhas demarcadas, aproximar-se de bordas frágeis ou fazer selfies em movimento. As entradas da gruta e os paredões apresentam risco de queda de blocos rochosos, sendo recomendado evitar permanecer parado por longos períodos nesses locais.
Alguns trechos da trilha possuem blocos de rocha instáveis, com risco de deslizamento, inclusive um grande bloco apoiado por uma pequena árvore, o que reforça a orientação de não pisar ou se apoiar em rochas soltas e evitar permanecer em áreas de risco. Há ainda passagens estreitas, com pouca possibilidade de apoio para as mãos, e mirantes sem guarda-corpo, o que exige cuidado redobrado, mantendo distância das bordas. Em períodos de chuva, o solo argiloso se torna escorregadio, aumentando o risco de quedas e torções, sendo essencial o uso de calçados fechados com sola antiderrapante e uma caminhada mais lenta e atenta. A travessia de rios deve ser evitada em dias chuvosos ou quando o nível da água estiver elevado, devido ao risco de cabeça d’água e escorregões em rochas lisas.A adoção
dessas medidas de segurança, aliada ao planejamento adequado e ao respeito às
orientações do Parque Nacional, contribui para uma visitação mais segura e
responsável. Cuidar da própria segurança e do ambiente natural é fundamental
para que a experiência na Chapada Diamantina seja mais tranquila, prazerosa e
memorável para todos.
terça-feira, outubro 21, 2025
TRABALHOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS DE SEGURANÇA NO MORRO DO CASTELO AVANÇAM.
Dando continuidade às ações para melhoria da segurança no Morro do Castelo/Lapinha, um dos principais atrativos do Vale do Pati, no período de 13 a 15 de outubro de 2025 uma equipe composta por técnicos do ICMBio, bombeiros militares da Bahia, patizeiros, conselheiros do Parque Nacional e consultores técnicos esteve em campo para colher informações para subsidiar a elaboração do Plano de Gestão de Segurança da Visitação e o Plano de Ação Emergencial da Visitação - PAEV das trilhas do morro e o interior da gruta do Castelo.
A equipe percorreu as trilhas do Morro do Castelo e o interior da gruta registrando os perigos (tais como áreas escorregadias e blocos de pedras soltos), os potenciais danos aos visitantes e também avaliando os riscos, que são a combinação da probabilidade de ocorrência de eventos/exposições perigosas e da gravidade das lesões ou danos decorrentes desses eventos ou exposições. Alguns blocos de pedra soltos, localizados na principal entrada da gruta e já identificados pela equipe de geólogos anteriormente, foram derrubados de forma segura. As “bocas” de cavernas turísticas costumam ser utilizadas para descanso, alimentação e fotos pelos visitantes. A identificação e retirada de blocos soltos é uma medida que aumenta a segurança da visitação.
Os bombeiros militares
identificaram as técnicas de resgate e necessidade de intervenções a serem
realizadas para retirada de pessoas acidentadas em diferentes trechos das
trilhas. Também identificaram possíveis locais para pouso de helicóptero, nos
casos em que seja necessária sua utilização.
A seguir a equipe dará continuidade ao trabalho de elaboração do Plano, que deverá ser aprovado pelo Conselho Consultivo do Parque Nacional e posteriormente será amplamente divulgado junto ao trade turístico e visitantes.
Histórico
Em novembro de 2024 o ICMBio
determinou a suspensão preventiva da visitação na gruta do Castelo em função de
um trabalho de monitoramento que constatou o aumento de alguns afundamentos presentes no chão da gruta. Uma equipe especializada foi contratada para fazer
uma análise geológica do interior da gruta e demais trilhas do Morro do
Castelo, visando uma avaliação mais precisa dos riscos e medidas a serem
tomadas. A equipe, composta por dois geólogos e um arquiteto, realizou duas
visitas técnicas à área, nos meses de novembro de 2024 e maio de 2025.
Basicamente foram identificados dois tipos de perigos no interior da gruta,
consistindo de buracos no chão e locais com possibilidade de queda de blocos.
Foi definido que alguns pontos não apresentam riscos, devendo ser apenas
monitorados, e outros deverão receber intervenções para aumento da segurança. Confira o relatório técnico.
A visitação aos mirantes do morro do Castelo continuou a ser realizada, pois antes da suspensão da visitação foi aberta uma nova trilha por fora da gruta para dar acesso à área dos mirantes.
Gestão de Segurança no Parque Nacional
Ambientes
naturais apresentam riscos intrínsecos, que não podem ser eliminados. Animais peçonhentos, insolação, trilhas escorregadias, entre
outros, estão presentes em praticamente qualquer área natural do Brasil. Nesse
sentido, desde o próprio visitante, perpassando por todos os envolvidos no
trade turístico, têm um papel fundamental para a adoção das melhores
estratégias na prevenção de acidentes.
O Protocolo de Gestão da Segurança da Visitação - PGSV é o instrumento utilizado pelo ICMBio para melhorar a segurança no desenvolvimento das atividades de visitação em um ou mais atrativos turísticos. Ele contém o levantamento dos perigos e riscos relacionados à visitação, o tratamento de riscos (ou seja, as medidas para eliminar ou minimizar os riscos) e também os procedimentos a serem realizados de acordo com diferentes categorias de acidentes.
domingo, setembro 28, 2025
terça-feira, setembro 16, 2025
terça-feira, agosto 12, 2025
ATIVIDADES DE ACEIRO NEGRO E QUEIMA CONTROLADA NOS GERAIS DO VIEIRA E GERAIS DO RIO PRETO - AGOSTO DE 2025
| Utilização de mulas no transporte de mantimentos |













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